terça-feira, 12 de abril de 2011

Não é o fim do mundo

                                                                                
   É terrível quando gostamos demais de uma pessoa como amigo(a)  ,e a amizade vai passando devagarinho até você descobrir que foi trocado(a) por alguém mais bonito(a) e talvez mais esperto(a) que você.É um choque e tanto, mas se supera.
   E também não é motivo  para você ficar lamentando o tempo todo por que la dentro do coração tem alguma coisa que não gostava nele(a).
   Mas mesmo assim conviver com a pessoa sabendo que foi trocado(a) é difícil...
   Fácil é ignora-la para não sofrer mais...

sábado, 9 de abril de 2011

Entenda o caso



Por volta das 8h de quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos (a polícia chegou a divulgar que ela tinha 24 anos, mas a idade foi corrigida posteriormente), ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, entrou no colégio após ser reconhecido por uma professora e dizer que faria uma palestra (a escola completava 40 anos e realizava uma série de eventos comemorativos).
Armado com dois revólveres de calibres 32 e 38, ele invadiu uma sala de aula no primeiro andar e outra no segundo, e fez vários disparos contra estudantes que assistiam às aulas. Ao menos 12 morreram e outros 12 ficaram feridos, sendo três em estado grave, de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Saúde.
Duas adolescentes baleadas, uma delas na cabeça, conseguiram fugir e correram em busca de socorro. Na rua Piraquara, a 160 m da escola, elas foram amparadas por um bombeiro. O sargento Márcio Alexandre Alves, de 38 anos, lotado no BPRv (Batalhão de Polícia de Trânsito Rodoviário), seguiu rapidamente para a escola e atirou contra a barriga do criminoso, após ter a arma apontada para si. Ao cair na escada, o jovem se matou atirando contra a própria cabeça.
Com ele, havia uma carta em que anunciava que cometeria o suicídio. O ex-aluno fazia referência a questões de natureza religiosa, pedia para ser colocado em um lençol branco na hora do sepultamento, queria ser enterrado ao lado da sepultura da mãe e ainda pedia perdão a Deus.
Os corpos dos estudantes e do atirador foram levados para o IML (Instituto Médico Legal), no centro do Rio de Janeiro, para serem reconhecidos pelas famílias. Onze estudantes foram enterrados na sexta-feira (8) e uma foi cremada na manhã de sábado (9).
O corpo do atirador permanece no IML. Ele ficará no local por até 15 dias aguardando reconhecimento por parte de um familiar e liberação para enterro. Caso isso não ocorra, o homem de 23 anos pode ser enterrado como indigente.

Trote

 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ilusões







Rio - Foi desvendado o mistério que cerca a cidade Cândido Godói no Rio Grande do Sul, mais conhecida como "A cidade dos gêmeos". Um estudo feito pelo núcleo de genética daUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) chegou a resposta do Fenômeno. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira pelo jornal americano New York Times.

A terra dos Gêmeos começou a chamar atenção do mundo em 2008, após um jornalista argentino atribuir o "baby boom" de gêmeos a experiências realizadas em 1960 por Josef Mengele, um ciêncista nazista, que esteve na cidade naquela época. Após essa afirmação o mundo começou a busca pela razão de nascerem tantos gêmeos na localidade. Muitos moradores atribuiram o fato a substância presente na água da cidade.

pesquisa encabeçada pela pesquisadora Úrsula Matte começou em 2009 com a análise de certidões de nascimento de 80 anos atrás. Com isso foi constatado que o fenômeno já exista antes da passagem de Mengele pelo sul do Brasil. Estudos na água da cidade provaram que nenhuma substância atípica estava presente.
A resposta do mistério foi encontrada após a análise do DNA de 30 famílias. Ficou provado que existe um gene específico entre a população de Cândido Godói que aparece mais frequentemente em mães de famílias com gêmeos.

De acordo com a pesquisa, que foi publicada no jornal americano, o fato também se dá pelo alto nível de relações consanguínea entre a população, assim conservando o gene específico que aumenta as chances de nasceram gêmeos. Os cientistas acreditam que um pequeno número de famílias de imigrantes que vivem em São Pedro pode ter trazido o gene variante para a região.
A pesquisadora ainda relatou que os genes em gêmeos de todo mundo não são iguais. "Se analisarmos  gêmeos da Nova Zelândia, o resultado provavelmente será diferente.", disse Úrsula ao New York Times. 

Um fato curioso é que houve dificuldade dos pesquisadores em achar famílias da cidade que não registraram filhos gêmeos em sua história para comparar com outras que tiveram. "Com uma pequena população de cerca de 80 famílias, foi um desafio encontrar mulheres que não tiveram gêmeos dentro de uma relação de primeiro grau", disse a pesquisadora.