As Crônicas de Nárnia = C.S.Lewis (volume único)
Ao longo de mais de 50 anos, C.S. Lewis criou uma terra de magia e encantamento chamada Nárnia e, desde então, mais de 60 milhões de leitores descobriram o mundo surpreendentemente admirável que existe além dos fundos de um guarda-roupa.
C.S. Lewis escreveu certa vez que a idéia para os livros de Nárnia veio a ele através de imagens: “um fauno carregando um guarda chuva, uma rainha em um trenó, um leão magnífico.” A partir destas figuras mentais, ele criou a Terra de Nárnia, uma terra habitada por uma rica diversidade de seres, alguns bem parecidos com seus pares em nosso mundo, alguns derivados de seu conhecimento e adoração por contos de fadas e mitos, e alguns, como Puddleglum, puramente inventados. Aqui você poderá conhecer todos eles!
C.S. Lewis escreveu certa vez que a idéia para os livros de Nárnia veio a ele através de imagens: “um fauno carregando um guarda chuva, uma rainha em um trenó, um leão magnífico.” A partir destas figuras mentais, ele criou a Terra de Nárnia, uma terra habitada por uma rica diversidade de seres, alguns bem parecidos com seus pares em nosso mundo, alguns derivados de seu conhecimento e adoração por contos de fadas e mitos, e alguns, como Puddleglum, puramente inventados. Aqui você poderá conhecer todos eles!
| como treinar o seu dragão “...se destaca pelo visual e pela emoção...” GLOBO |
| “...é superdivertido...” O DIA |
| “...valoriza a inteligência das crianças...” O ESTADO DE SÃO PAULO |
“Aventuras vertiginosas para garotos e garotas.” VEJA Desde 1978, com o lançamento de Superman - O Filme, nós passamos a acreditar que o homem pode voar. Mas isso não nos impede de ficar maravilhados a cada novo voo. A adrenalina, a emoção, o sentido táctil de passar as mãos nas nuvens, tudo isso continua encantando o ser humano e é apenas um dos pontos positivos de Como Treinar o seu Dragão (How to Train your Dragon, 2010), nova animação da Dreamworks (Shrek, Kung Fu Panda), que mais uma vez aposta - e acerta! - no 3D estereoscópico. A história do garoto Soluço (Jay Baruchel) é resumida logo no começo do filme, quando sua aldeia é atacada por dragões, que passam por ali, saqueiam, destroem e levam embora suas ovelhas. Ele é franzino, meio atrapalhado até, e tenta a todo custo ajudar na árdua tarefa de manter aquelas lagartixas aladas cuspindo fogo longe nos seus telhados. Mas a cada nova tentativa, ele só piora a situação, o que faz dele motivo de piada entre os outros adolescentes e preocupação para os demais adultos. Em um dos ataques, Soluço acerta um Fúria da Noite, um dragão negro que voa quase invisível entre as estrelas e jamais erra seu alvo. Seria a glória de qualquer viking voltar para casa carregando uma cabeça deste dragão. Mas o garoto não consegue. Ele não é um matador de dragões. Porém, deste ato de compaixão nasce uma inédita amizade entre humano e dragonídeo, que vai levar o menino a entender os hábitos dos temidos animais e a domá-los. O problema agora passa a ser outro: como contar para os carrancudos e truculentos vikings adultos o seu segredo? Como convencê-los de que tudo o que eles sabem sobre os dragões estava errado? Pode não ser a mais inovadora das histórias, mas nas mãos dos competentes diretoresChris Sanders e Dean Deblois, a aventura ganha tons dramáticos até então inéditos nas animações da DreamWorks, algo "pixariano", diria. Isso sem jamais esquecer do visual, que mais uma vez é impecável. Vendo as explosões, os fogos que saem dos dragões e queimam tudo, os voos e os mergulhos, até parece que as empresas especializadas em computação gráfica escolhem seus filmes baseado na dificuldade que o projeto vai ter. Prova disso é que cada um dos tipos de dragão tem características, ataques e feições completamentediferentes uns dos outros, o que leva até a uma divertida piada com o personagem Melequento (Jonah Hill), que é o nerd do grupo, gordinho e estudioso, que decorou os pontos fortes e fracos de cada animal como cartas de RPG. Já os humanos têm feições caricatas, sem a necessidade de serem realistas. O que é sempre um acerto - a não ser que se tenha o tempo, o dinheiro e o prestígio de um James Cameron, que pode se dar ao luxo de gastar todos estes itens até conseguir criar seu próprio mundo. E por falar em criar, não é difícil imaginar que a personagem Astrid (America Ferrara), que não existia no livro que deu origem à história, aparece aqui para tentar levar as meninas para ver um filme de aventura. Não que eles precisassem disso. Como Treinar seu Dragão é a prova de que a DreamWorks Animation deveria abandonar de vez a história de Shrek - que há tempos já perdeu a graça - e investir em novas histórias. Voar mais alto. O risco do tombo pode ser maior, mas a sensação de liberdade e a vitória valem o preço.
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